domingo, 2 de novembro de 2008

PIADINHA INCIDENTAL...


A sub amarradinha na banheira, enquanto a agua subia, pede, delicadamente ao Dono:
- Senhor, posso fazer um pedido?
- Pode.
- Eu te imploro.. por favor... por favor...por favoooorrr.... nao tenha um ataque cardíaco agora!!!
=)

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Tristeza



A minha tristeza é a maior do mundo! (E cada um que pense isso da sua!)
Aquilo que ME atinge... que Me derruba ...

Acho que sei ficar triste como ninguém. Eu namoro a tristeza. Eu a encho de poesia. Assisto a lagrima rolar como quem observa uma obra de arte. Eu me sento, triste e olho pro espelho... escorrego para o chão como se houvesse trilha sonora. Deixo os cabelos tocarem o tapete... e julgo a cena como um diretor exigente e perfeccionista.

Porque assim, talvez, se eu converter tristeza em arte, talvez eu a sublime...

Assim minha atenção diverge dos problemas, e eu penso no belo, apesar da dor.

Mas hoje... hoje não há nada artístico na minha tristeza.... hj ela se mostrou solitária e desprovida de poesia. Tristeza real. Tristeza que não aceita subornos. Tristeza honesta, que é o que é.

Será o principio do fim?

E se for?

Que será que vem depois do fim?

“Eu nem sei por que me sinto assim
Vem de repente um anjo triste perto de mim”

...



quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Sobre A Menina Que Nunca Dorme...


Branca de externalizaçoes. Sutil ao extremo. temerosa, excessivamente respeitosa. Pálida. Silenciosa.

Foi assim que ela entrou na minha vida.

Mas no olhar, ela carregava um mundo de intensidade...

E assim, a cada semana ela trazia um novo tom. Um rosa pálido, um azul tranqüilo, um verde discreto que queria florescer.

De repente um vermelho desespero criou uma chance de aproximação. Eu deveria fazer uma escolha. Me ausentar e me proteger ou acolhe-la e correr todos os riscos que se corre ao se abrir a porta a um desconhecido.

E a desconhecida discreta então foi se vestindo com todas as cores do arco-íris. Essa amizade nasceu aos poucos, com muito cuidado, de ambas as partes. Ela consegue ser tão desconfiada quanto eu. Ela também precisa de um tempo pra abrir as portas a uma nova amizade. Hoje, só posso sentir gratidão por termos nos dado esse tempo.

Então...uns 3 ou 4 meses depois de conhece-la, lá estava eu, saindo da internet as 4 da manha com o doce sabor de ter tido uma conversa com uma amiga, uma nova amiga, que ouviu meus dilemas e soube me trazer paz e esperança. Ela não me disse que meu problema “não era nada”. Ela não tentou me iludir. Mas ela me fez sentir que eu não estava sozinha.

E então... diversão, porque nem tudo é problema. Risos. Aventuras. Um ou outro segredo. Ligação. Conexão inexplicável. Companhia apreciada.

Diferenças também. Ela vive em um mundo a parte, em que não depende de aprovações. Ela faz o que acha certo, independente dos custos e conseqüências. Eu nem sempre concordo com ela. Eu sou definitivamente mais diplomática. Eu acho que sofro menos. Ela tem uma intensidade multicolorida. Ela sofre de sinceridade crônica. Eu as vezes erro tentando faze-la mais parecida comigo, ao mesmo tempo em que não quero de jeito nenhum que ela perca essa forma tão “honesta a qualquer custo” de ser.

Amizade que não se paga. Se aceita e se retribui. Dias felizes de se sentir “em casa” quando ela está por perto.

Um viagem de cumplicidade, carinho e doses aceitáveis de tiraçao de sarro. =)

E então... ela teve que ir para longe. E eu, esgoista, me pego melancólica pensando em mim. Em como serão os dias sem essa presença.
Nem lembro que ela, desconfiada que só, receosa com o desconhecido como é, parte para um mundo todo novo, todo branco. Um momento mágico, mas tenso também. Mas se não me preocupo muito com ela quanto a isso, é porque eu sei que ela vai preencher os vazios com seu perfume de doce aroma. Eu sei que ela vai descobrir novas cores, novos gostos, novas estradas.

E eu também sei que mesmo estando longe, ela se fará presente. Um e-mail. Um scrap. Uma conversa como as de antigamente pelo MSN.


Rayanah, minha querida amiga:

Tudo de melhor pra você nesse momento especial. E obrigada por tudo que fez por mim. Obrigada por me dar essa sensação gostosa de que não importa onde você esteja, eu tenho uma amiga com quem posso contar.

E volta logo! Onde eu estiver, tem sempre um lugar guardado, te esperando!

Beijos. Beijos mil!!!!!!!!

Sayonara!

domingo, 14 de setembro de 2008

No Games...Just Sport!



É verdade que minhas notas na escola eram boas. Que era pra mim que pediam ajuda nos trabalhos de Inglês. Que eu sempre terminei minhas redações mais rápido que o resto da turma, que em geral suava na carteira, tentando descobrir como passar idéias para o papel de forma minimamente ordenada. Amava história e esse amor era recompensado com no mínimo um 9. Geografia nunca foi problema. Eu assumo que matemática, física e química nunca receberam minha melhor atenção ou desempenho... Mas de alguma forma, no ultimo momento, quando eu entendia que por mais que eu odiasse essas matérias eu teria que passar de ano, eu estudava.. e aprendia...

Mas tinha algo que sempre foi meu terror: Educação Física. Era nesses momentos que a bad girl que havia em mim tomava posse do meu corpo e eu corria... não para o campo... mas pra alguma sala vazia e ali ficava, escondida, com uma ou duas aliadas que também tinham horror de bola. Algumas vezes fui levada à quadra praticamente puxada pela orelha e tive que me submeter a toda aquela algazarra. E eu não jogava mal (vôlei a parte). Eu simplesmente odiava o clima competitivo que tomava conta das doces meninas da minha sala. Algumas se transformavam... Lembro da bruna, uma baixinha, delicada... que ao entrar em canpo se tornava uma megera indomável e aterrorizava as goleiras, que receberiam suas boladas infernais. Ela virava um monstro faminto! Mais de uma vez vi a Fabrizia, a goleira oficial (uma versão feminina de Arnold Schwazenegger) correr e abandonar o gol desprotegido de medo da bruninha, que não passava de um metro e meio.

Mas uma vez posta em campo e humilhada pela professora que me pegava fumando escondida na melhor das hipóteses... eu até que me virava bem. Minhas notas nos esportes ficavam entre um 5 desleixado e um 7 suado. E eu perguntava.... já que eu não era a pior jogadora da sala, porque esse meu terror de entrar em campo?

Competição. Palavra maldita que causava ansiedade e tinha o poder de separar melhores amigas. Palavra desaforada que fazia tantas doces garotinhas ridicularizarem a performance das menos habilidosas. Palavra filha da mãe que gerava desentendimentos que nasciam nas quadras, mas se estendiam para todos os cantos da sala de aula por vários anos letivos.

Mas e aí? Se te jogam no campo, você tem que jogar.

E se você tem que jogar... se não tem outro jeito mesmo... o melhor é vencer.

Eu sou a favor da exterminação total dos jogos competitivos na educação física. Mas esse é meu ponto de vista. Radical e singular, creio eu. Isso é com quem elabora os programas disciplinares. Eu posso fazer muito pouco, ou nada, a respeito.

Mas sabe... depois dos anos escolares, não há quem nos obrigue a ter esse tipo de comportamento. Vai pro campo quem quer. Quem quer faz de sua vida um eterno jogo competitivo. E que prazer tem com isso? Depois de uma vitoria vem sempre a ansiedade do próximo jogo. Guerras de verdade, nunca terminam. Um tratado de paz não é algo confiável. Uma vez começada, a guerra vira um vicio, uma banal briga de egos na qual muitos se colocam, orgulhosos.

Não há vencedores. Há quem esta por cima nesse momento, essa semana. A próxima será diferente. Um novo stress, uma nova batalha.

Essa vida de jogador não é para mim. Não é por medo. Simplesmente passar por cima de alguém, me provar a mais esperta, a mais gostosa, a mais de qualquer coisa, não me faria bem algum. Gosto do que me tornei. Gosto de ser essa pessoa que não precisa desse tipo de afirmação. E eu não sou a melhor. Tenho plena consciência disso. Mas gosto de mim, com todos os meus defeitos e limitações. Gosto DEMAIS dos meus poucos amigos verdadeiros para me aventurar numa busca desenfreada pela solidão: o fim de todo jogador da vida.

Então... é isso que eu queria dizer hoje. Se possível, não me puxem para o campo. Eu prezo demais pela harmonia de viver fora das quadras.

Beijos com muito carinho! E bola pra frente!

=)

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Porque Eu Nao Dormi Esse Fim De Semana



-Uma chacara, 11 amigos, uma lareira.

-Material “bélico” pra todo lado.

-A rayanah desfilando em seu pijama “rosa-avó”

-O Christian tomando tombo na entrada da casa as 3 da manha.

-Verônica de chef de cozinha, mandando bem. Eu e rayanah picando cebola, mandando mal!

-“A cidade dorme. Assassino, quem você vai salvar? Enfermeiro, quem você vai investigar? Detetive, quem vc vai matar?”

-Por algum motivo estranho... houve uma noite em que todos os homens passaram frio....Menos o Dimitri.

-Deusa_Kl falando na língua do “Ahn”

-Por algum motivo estranho, todos concordam que o Kleiton é um homem a ser admirado....



Frases Célebres:

Frase Célebre de deusa: Eu??? Mas eu não fiz nada!!!

Frase Célebre de Rayanah: Na verdade eu nem dormi.

Frase Célebre de Lord Dragon: Eu não sou o assassino. Eu sou vítima.

Frase Célebre de Verônica: Eu não sou o assassino, Eu sou vitima.

Frase Célebre de Christian: Eu acho que eu vou acender a lareira...



Entrega do Oscar:

E o Oscar de melhor derrubador de latinhas com chicote longo vai para... Senhor Asgard

E o Oscar da melhor caipirinha vai para... Mr K Rock

E o Oscar da maior “dormidinha da tarde” vai para: (mayrika)Mr.K

E o Oscar de melhor ato corajoso vai para... Christian Sword of Gor por seu pulo em piscina gelada.




Bom, eu podia falar mais, mas como diz a canção, “Silence is Golden”

Apenas digo que ri como nunca, me diverti como nunca, e não vejo a hora de voltar pra aquele mundinho fechado em que se descobre o valor de ter amigos que não estão preocupados com os detalhes... que não ligam se tudo não sair do seu jeito... que toleram, que respeitam até mesmo os pequenos defeitos e falhas que todos nós cometemos... em nome de uma harmonia inesquecível.

E, se não for pedir demais... que da próxima vez eles acreditem em mim quando eu disser “EU NÃO SOU O ASSASSINO. EU SOU O DETETIVE!!!”

=)

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

A MANCHA

Era um pote ínfimo, que abri e, descuidada que sou, terminei por derramar o liquido vermelho-sangue no meu peito. O encontrei no fundo de uma gaveta esquecida e nem me lembrava de tê-lo adquirido. A tinta vermelha porem, ao tocar minha pele clara, parecia ganhar vida. Escorria esplendidamente, suprema, intensa, achando por fim ninho no seio nu que a recebia como se por ela esperasse a vida inteira.
Sorri. E segui para o banho.
A água escorria inutilmente... a esponja ensaboada se provou dispensável. Eu esfregava com toda a minha força, mas a tinta, esperta, agarrava-se ao seio desdenhando meu esforço, e ali permanecia, deliberadamente reluzente.

Tentei com álcool, acetona, e tudo que me vinha a lembrança. Após um mês de tentativas mal sucedidas de me livrar da mancha, me convenci de que era inútil lutar contra ela. A mancha em meu peito permaneceria. Permaneceria até o momento que ela mesma resolvesse, cansada de me pertencer, sair, gradualmente, ou talvez de forma inesperada, mas sempre de acordo com sua vontade soberana.
Então a escondi sob a blusa negra e fui à rua.

As pessoas que por mim passavam, pareciam desconfiar. Algumas, em duplas, trios ou grandes grupos, falavam baixo, escondendo com as mãos a boca que dizia algo, e eu sabia, era da mancha que falavam.
No trabalho, uma bondade inesperada recebia-me, no rosto solidário dos colegas, nos alívios de prazos, nas regalias que me eram concedidas sem muitas explicações.
Meu amante passou a enviar-me flores e a ligar mais frequentemente.
Minha gata, que jamais deixara de fazer seus passeios noturnos, agora dormia, cuidadosa, em minha cama.

Nada disso porém me assustou mais que a mudança em meu próprio comportamento. Eu andava cabisbaixa, lenta, reclamando de coisas que em geral não me afetavam. O calor agora me incomodava mais que nunca. Era mais difícil levantar-me da cama a cada dia. Era como se a mancha ganhasse um peso enorme, e me jogasse para baixo cada vez que eu tentava me por em pé. Não fosse a tolerância que eu sabia que me era dirigida, teria perdido o emprego. Chegava cada vez mais atrasada e não era raro eu sair mais cedo, por não me sentir tão bem.

E foi um desses dias enquanto eu voltava mais cedo para casa, caminhando a passos moles, que meu amante me ligou.
-Onde você está?
-Chegando na rua de casa.
-Sozinha? Está na rua sozinha?
-Estou.
-Não ande mais. Me espere. Passo de carro te pegar e vamos pra tua casa.
Eu já não queria. A mancha me havia roubado a libido.
Ele insistiu.

Parei encostada na parede de uma casa. Notei que estava ofegante. Lembrei que não havia comido nada aquele dia. Estava tonta e até esperar me parecia uma tarefa estressante. Foram dez minutos. O carro parou e ele desceu e abriu a porta. Eu devo ter dado um passo e então ele se adiantou, caminhando até mim e me pegou no colo.
-Não quero que você ande. Está debilitada.

Larguei-me em seu colo e ele me pos deitada no banco de trás.

Em casa, ele gentilmente preparou uma refeição. Comi um pouco. Agradeci.
A cama que assistira tantas noites de luxuria interminável, dessa vez era testemunha de uma cena piedosa. Piedade era o que ele tinha nos olhos. Os atos belos e dignos não eram mais os de uma mente apaixonada, e sim os de um bom coração. Eu sabia. Eu precisava apenas que ele me dissesse.

Levantei-me com esforço. Deixei a saia deslizar por minhas pernas. Ele assistiu com interesse. Talvez, talvez eu estivesse enganada. Comecei a desabotoar a blusa, lentamente.

-Não. Não faça isso.
-Por que?
-Deixe a blusa. Vem pra perto de mim...
-Não! Qual o problema?
-Não tire a blusa. Venha. Quero você.
- Eu sou o que há por baixo dessa blusa! O que há em mim que você não quer? Se teu amor não tolera as manchas dos fracassos, das inseguranças, dos medos que sim, tenho, se a parte mais obscura de mim não te pertence tambem, então nada mais em mim te pertence.
- Não. Não é assim. Você não precisa tirar essa blusa. Seja minha. Sempre. E que essa peça de pano esconda o mal em ti, e nos possibilite uma vida boa.
- Não! Me queira inteira. Ou saia, simplesmente!

Ele sentou na cama, derrotado. Tapou o rosto com as mãos.
Tirei a blusa, e a joguei em seu colo.
Busquei a mancha com o olhar.

Eu tremia. A mancha havia sumido completamente.

- Clara, entenda... Eu não posso abrir meus olhos.
- Não os abra. Vai-te. Fecha os olhos e vai-te. Jamais retorne.
- Mas, Clara, eu te amo.
- Eu sei. Mas você não me conhece. Vai agora.

Ele passou por mim, cabisbaixo. E eu senti. Um arrepio mórbido gelou meu corpo inteiro. Eu sabia. A mancha ainda existia. Não mais em mim. Ela agora brilhava no peito do homem que passava pela porta.


segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Dando A Bunda A Tapa

Esses dias fui entrevistada na comunidade BDSM Inicio Dificil.
Eu já previa que passaria por uma ou duas saias justas.... rs. O que eu nao sabia era que dar a bunda a tapa desse jeito, revelando minhas opinioes, mesmo aquelas que nao agradariam a todos, pudesse ser tao gostoso!

Foi libertador. Cada resposta uma nova chance de dizer "Sou humana. Tenho minhas incoerencias, como todo mundo tem. Nao sou nem quero ser exemplo de nada. Quero ser quem eu sou".

Mil obrigadas a todos que dedicaram um pouco de seu tempo fazendo perguntas e me permitindo esses momentos de expressao.

=)

E isso me fez lembrar de umas confissoes que eu um dia escrevi:

- Confesso que já senti solidão. Já dormi abraçando o travesseiro e sonhando com príncipe encantado.

- Confesso que tenho neuroses inconfessáveis. E uma ou duas obsessõesinhas...

- Confesso que já me senti nas nuvens em sessões de SM. E que já me senti também profundamente entediada, na mesma situação.

- Confesso que já fui ao céu assistindo cenas SM, como também já as assisti com o mesmo prazer de quem está sentado na cadeira do dentista.

- Confesso que já quis mandar tudo pro espaço... SM, D/s, amigos, família e bens materiais, e trocar tudo por uma cabana no monte mais solitário.

- Confesso que nunca consegui mandar tudo pro espaço... sem SM não vivo, sem a possibilidade da D/s. me entedio, sem os amigos e a familia, desabo.

- Confesso que acredito ter algum tipo de depressão crônica, algo que justifique um vazio que vem e vai, mas sempre volta, permeando minha felicidade.

- Confesso que me considero absolutamente perceptiva. Mesmo assim, já cometi erros e injustiças ao classificar pessoas.

- Confesso que já questionei o SSC, e que acredito nele apenas até certo ponto.

- Confesso que já olhei para os meus cortes e pensei “dessa vez eu exagerei”, enquanto o sangue escorria...

- Confesso que gosto de meninos e meninas... Que já me senti “uma estranha no ninho” quando minhas amigas se trocavam na minha frente, no banheiro. Que já evitei olhar e que já olhei descaradamente. Que algumas vezes esses olhares terminaram em noites maravilhosas...

- Confesso um certo arrependimento por ter saído com certas pessoas, por ter beijado certas bocas e deitado em certas camas.

- Confesso que tenho sim, um lado sádico. Nao que eu queira causar dor, mas ver um rosto se contraindo ao som de um chicote me leva às nuvens...

E após tantas confissões, eu agora espero que quem for falar mal de mim, fale! Mas dizendo a verdade...

KISS!


tavi