quinta-feira, 23 de abril de 2009

PRA VOCÊ!

Pra você que tem uma simpatia gratuita por mim, que nem consegue explicar:
Obrigada. Muitas vezes, um scrap, um comentário, um abraço mais forte ao ser cumprimentada, salva o meu dia, melhora meu humor, me inspira e me resgata da melancolia.

Pra você que me ama secretamente:
Me honra! Mesmo que eu não possa retribuir, me sinto honestamente honrada. Meu coração está completo. Já encontrei o homem e a menina da minha vida.... Mas carinho é sempre muito bem vindo!

Pra você que me odeia, sem motivo aparente:
A primeira vista, eu pareço (dizem) muita coisa que não sou. Não sou metida. Sou sim, reservada ao conhecer alguém. Não me acho melhor do que ninguém, as vezes até ocorre o contrario. Talvez, se você achar que vale a pena e me der um tempinho, eu possa te surpreender positivamente. Se não, também, banana pra você!

Pra você que eu chamo de amigo (a):
EU NÃO SERIA NADA SEM VOCÊ. Sabe, existem poucas pessoas a quem me refiro com esse título, e se você é uma delas, te garanto que você é uma pessoa fantástica, rara, bela. Obrigada por me permitir caminhar contigo.

Pra você com quem eu pisei na bola:
Eu sei que eu sou as vezes radical. E que as vezes me afasto quando algo me machuca, sem muitas explicações. Isso não quer dizer que eu queira o teu mal. Te quero bem. Se puder, entenda os meus repentes. As vezes em mim a emoção ainda fala mais alto que a lógica. As vezes eu não sei voltar a trás. Estou tentando melhorar. Se possível, me perdoe. Se valer a pena, me procure. Ou então manda uma banana pra mim e pronto que as vezes eu erro feio. Sorry...

Pra você que tem inveja de mim:
Não gaste seu tempo comigo. Fica feio... Procure seu próprio caminho. Invista mais em você do que em mim. Já dizia alguém que ter inveja é como comer algo ruim e esperar que o outro passe mal.

Pra você que eu amo:
Vem mais perto... encosta... me abraça... que eu te digo no ouvido o que eu tenho pra dizer pra você!

=)

sábado, 18 de abril de 2009

Sobre uma queda...


Na madrugada após seu baile de formatura, Vera foi internada com múltiplas fraturas e rapidamente submetida a uma lavagem estomacal. Permaneceu inconsciente pouco mais de uma semana. A possibilidade de recuperação dividia as opiniões dos médicos. Numa sexta feira ela acordou e foi recuperando a fala e a memória em um processo que durou cerca de um mês. Permanece internada devido à fratura do fêmur esquerdo ainda em recuperação.

No hospital, após indagada sobre o que realmente acontecera naquela noite, ela contou que depois da festa, voltara para casa com uma leve dor de cabeça que aumentava a cada minuto. Tomou dois analgésicos que não fizeram efeito. Um tempo depois, tentou mais dois, ainda sem sucesso. A dor insistente não a deixava. A intensidade causava náuseas, então engoliu algumas pílulas de dramin e foi deitar. Não conseguia dormir, por isso tentou um relaxante muscular e depois alguns calmantes. Houve uma leve melhora. Mas tudo saiu realmente saiu do controle por causa de um carro que buzinava insistentemente na rua. Acordou assustada e caminhou com a cabeça dolorida até a janela, debruçando-se para ver de onde vinham as buzinadas.

A queda do terceiro andar fora causada pela incontrolável tremedeira, efeito do calmante. O fato de ela não ter conseguido se segurar no toldo do andar de baixo havia sido, segundo ela, certamente efeito do relaxante muscular.

Já quando indagada sobre como havia sido o baile de formatura, ela chorou compulsivamente por três horas.

domingo, 5 de abril de 2009

CONFLITO

Queria entender, Senhor, e não entendo,
essa dualidade em mim que me faz estranha....

Te quero inteiro, digno, honesto e quero que me abraces outra vez essa noite, como na noite passada. Quero ouvir e ler palavras doces. Quero teu amor por mim, forte e intenso como tem sido. Te quero verdadeiro e limpo. E quero ver em ti as maiores virtudes, como tenho visto. Quero ter orgulho ao dizer teu nome e poder citá-lo como meu melhor amigo. Quero confiar em ti e saber que sou pra ti especial e insubstituível. Quero colo e ombro. Quero paz e abrigo.

Mas tem essa outra mulher em mim.... E ela grita...

Quero que me assaltes com o maior insulto. Quero ser traída e ridicularizada. Quero derramar lágrimas no travesseiro enquanto dormes tranquilo após ter me usado. Quero te odiar por um segundo amargo. Quero achar numa gaveta uma carta de amor que não me pertença. Quero uma rival a minha altura e que me mereça! Quero temer perde-lo e por isso perder o sono. E não saber se me amas tanto.... Duvidar e ainda assim deitar a teu lado. Quero que me jures que trabalhou a noite inteira, e depois me faças sentir o gosto dela no teu corpo rigido, forçado em minha boca. Quero amar como louca. E sofrer como a mais pura criatura.

Não sei qual parte de mim planeja e qual fantasia.
Entrego a ti esse conflito...
Para que o use... com sabedoria.

domingo, 1 de março de 2009

Maldito Vinícius!


O amor é lindo!
Será?
Bom, nem sempre né? Quem me le bem sabe que não acredito em perfeição.
Outro dia, conversava com uma amiga sobre poetas, e ela me contou o quanto se encantava com Vinicius de Moraes.
Ela dizia:
- Nossa! Ta aí um homem que realmente entendia as mulheres!
E suspirava.

Eu baixei a cabeça tentando decidir se contava ou não pra ela sobre o que eu realmente penso desse “cidadão”
Pensei... pensei... mas como ela, suspirante, já declamava o manjadasso Soneto da Fidelidade, resolvi me calar.

Vinicius... Vinicius...

Vinicius casou-se nove vezes, e dizia que se casaria quantas vezes fossem necessárias. Também costumava dizer que o uísque era o melhor amigo do homem. É dele a frase tão celebrada por aí: “As feias que me desculpem, mas beleza é fundamental”. Entretanto, vê-se pelas fotos do poeta, que ele mesmo não era exatamente o que se pode chamar de um ser humano vaidoso. É tido por aí como um homem que entendia as mulheres.

Bom, creio que ele realmente entendia o suficiente, de mulheres, e principalmente, de palavras.
E como poeta, é difícil escrever dele alguma critica negativa. Talvez possa-se dizer que ele passeava demais entre estilos, como alguém volúvel, incerto, ou simplesmente como quem não se compromete. Um odiador de rótulos? Pode ser. Um oportunista? Sabe-se lá! Mas mesmo eu, com toda minha relutância, não consigo negar: O cara era bom no que fazia!

O que me chateia é quando ele é amado por motivos... duvidosos....

Se se ama um cafajeste, diga-se: Ah, Vinicius! Aquele cafajeste! Como o amo!

Mas não se diga dele “Que romantico!!!!” “Que homem fiel e estável”

É claro que se pode discutir o sentido da palavra “romântico”, mas aí a historia é outra...

Eis que acordo bem. Tudo dá certo. Me sinto bela e jovem... sei que tenho todo o tempo do mundo. Transpiro hormônios e necessidade de aventuras. Sonho com um sedutor qualquer pra me tirar da rotina. Leio um poema de Vinicius. Levo na brincadeira. Sorrio. E saio de casa feliz.

Eis que acordo mal. O cabelo não vai pro lugar. Me preocupo com o futuro. Busco colo e estabilidade. Leio um poema de Vinicius e penso: Hoje seria o dia que esse filho da puta me daria um belo pé na bunda!

Concluo. Vinicius é definitivamente o meu cafajeste favorito.
Seus poemas são como lindos e bem construidos castelos... de areia.
Seus poemas são como um remédio pra dor de cabeça. Servem apenas em situações especificas. Não adianta tomar um Doril quando teu problema é náusea, ou cólica menstrual. Doril e Vinicius, só servem pra certos dias, certos humores... Fora disso te deixam na mão. E se você reclamar ainda te sorriem dizendo: Mas, querida, você sabia. Tava tudo na bula!

Bom, não contei pra minha amiga nada disso. Voltei pra casa. E escrevi um e-mail pra ela que copio aqui, pra todos os adoradores do “poetinha” (não é maldade minha não...era assim que ele era conhecido). E, direta que sou, escolho logo o Soneto da Fidelidade pra expressar o que eu entendo das palavras do Vinicius. Segue o e-mail

Querida xxxxxx,

Quando você recitou pra mim o Soneto da Fidelidade, confesso que fiquei em duvida se eu e você interpretamos o conteúdo da mesma maneira. Te conhecendo como conheço, me pareceu estranho que você, que louva os amores eternos, os casamentos bem sucedidos, fã número 1 de bodas de ouro e que busca pra ti, um romance sem fim, se encantasse justamente com esse grupo de quartetos e tercetos. Desculpe-me se eu estiver sendo obvia. E desculpe também a informalidade na interpretação.

Soneto da Fidelidade


De tudo, meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.

(Ou seja: Entenda, existem no mundo encantos maiores que o teu, mas eu serei bem zeloso e atento para que mesmo frente eles, eu ainda prefira você, com a ajuda de Deus!)

Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento.

(Ou seja: Entenda, esse amor não será um mar de rosas. Existe um pesar e existe pranto! Vai ter aquele dia em que eu vou acordar e pensar: Que que eu to fazendo aqui com essa mulher?)

E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama

(Ou seja: Prepare-se. O fim de quem ama é ficar sozinho. Não me culpe quando isso acontecer com você. Você já foi avisada!)

Eu possa me dizer do amor ( que tive ) :
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.

(Ou seja: Nosso amor vai durar só um verão, um peíodo, Não te prometo nada. Pra sempre é muito tempo, e eu tenho vários amores pra viver! Quando acabar, vê se se contenta com a lembrança do que tivemos. Eu certamente me contentarei. Que seja infinito APENAS enquanto durar!!! )

***
Eu sei, amiga... você deve estar se perguntando
Mas e quanto a “eu sei que vou te amar... por toda a minha vida eu vou te amar” – Isso também foi ele que escreveu.
Ah, eu sei... tem homem que fala tanta coisa por uma paixão... e para vive-la... “em cada vão momneto” e lógico “infinitamente, enquanto dure”.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Quando ele entra em mim...


Ela foi abençoada com esse dom. Ela sabe sentir dor com a expressão de quem passeia no parque. E sabe também encher o olhar de desespero, a ponto de causar piedade a um Dominador, ou prazer a um Sádico, sem estar sentindo um pingo de dor real. É pura desensibilização. Quando você aprende que não importa quanta dor você sentir em um momento, essa dor, eventualmente passa, você se torna alvo móvel e rápido. Quando você entende que se a dor for realmente insuportável, você desmaia e para de sentir, não há dor que te dobre. Há o que te fira, o que te mate, mas não o que te dobre. Então, você passa a ser uma pessoa perigosa. Você não é mais escrava das suas reações. Você não mais reage, e sim escolhe a impressão que quer passar... Em tudo. Quem controla a dor, controla tudo. Amor, carinho, raiva, medo, tédio, repulsa e paixão... nada é mais difícil de controlar e de forjar do que a expressão primária de dor.

Poder total. E ainda assim, corrompimento zero. Ter poder e ter sabedoria ao mesmo tempo... te leva a entender que não é conveniente, nem ético, usar de todo o poder que te cabe, ainda que por mérito. Manipular... é fácil. Ela tem plena convicção de que pode.
Mas então chega aquele que ela não quer dominar. Aquele com quem ela não ousa usar todas as armas que tem. Ele a vence porque sabe exatamente como causar nela esse desejo de não fingir e não forjar. Essa honestidade de admitir sua dor e sua verdade, mesmo que relutantemente, após uma batalha, que ela começa sem saber por que. O instinto felino a move e ela escapa, foge de si mesma e dele, arranha e fere. Até que ele a convence a guardar as garras e rastejar pra perto. E se enrolar em suas pernas. Ele a afaga e ela eleva o ventre que implora por toque. Ele a toca e ela escorre em seus dedos como gelo derretido. Ele a toma para si e a invade e ela se abre e se expõe para que ele a conheça, e a tenha, profundamente. Encaixe perfeito. Ela pode então fechar os olhos e sentir. Com ele, e só com ele, ela simplesmente...reage, se deixa levar. Não é isso a própria submissão, em uma de suas facetas mais complexas?


Carne dele, quente, que pulsa e se faz ainda mais rígida dentro dela. Carne dela, que capta o calor e a textura. Movimento que se intensifica e é transformado em prazer físico, inexplicável, indescritível. Ela o envolve e suga, ferozmente. Ele se impõe supremo, rompendo as barreiras, desafiando o atrito. Ela recua e ele a persegue, e se vinga em um impacto brusco. Ela dói e geme. E sente que ele é maior. Que se coloca até o fim do espaço que ela tem a oferecer. Ela teme. Esse temor a excita ainda mais. Ele navega em seu corpo, sem piedade e causa dor e desconforto... e também um prazer maior que tudo. Ela se move, projetando-se, oferecendo-se em impulsos. Seu corpo dança com o dele. Mais... e mais... Ela sente como se seu sexo derretesse. Como um choro que vem vindo até que explode. Desespero e alívio. O gozo sobe em ondas elétricas e caminha nela, corpo e mente. Os olhos se fecham e a cabeça é jogada para tras. Um sorriso se abre em seus lábios. Ela aos poucos volta a si. Ainda desnorteada. Ela quer agora virar de lado, abraçar seu cobertor e dormir tranqüila por alguns minutos. Mas ele continua... continua... E tudo volta. Eletricidade, prazer e dor.

Ele abandona o sexo dela e se força em um lugar ainda mais profano. Ela grita de dor e surpresa. E sente como se ele a violasse, abrindo espaço dentro dela, rasgando o corpo relutante, tomando posse, deixando claro que ele faz o que quer, como quer, onde quer, e que não há nenhuma parte dela que não o pertença. Ela aperta os olhos, já fechados. Ele continua a se mover dentro dela. E cada vez mais forte, mais fundo, mais rápido. A dor adquire uma nova dimensão. Dor e prazer. Inseparáveis. Como se unidos em uma nova sensação que não tem nome. Ele geme e a puxa pra si, se forçando nela, demoradamente.... E goza, e quanto mais goza, mais se empurra contra ela. As vezes ele ri um riso curto, e ela pensa “Eu simplesmente amo esse riso sádico que ele tem.”

Depois, ele demora pra sair dali... fica uns minutos observando como ela reage. Espera sua respiração voltar ao normal. As vezes ele brinca dizendo algo como “ Eu podia ficar aqui pra sempre”. Ela ri e diz “Olha, pra sempre é muito tempo...e isso dói!” - e faz cara de menina assustada. Ele ri e se retira dela... as vezes de uma vez.. as vezes aos poucos... Ela se sente molhada por dentro. Ele adormece. Ela fecha os olhos, aperta as coxas e fica sentindo...sentindo.... até adormecer.




=)

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

SOBRE INVEJA

Nunca conheci quem dissesse ser invejoso.
Quando alguém em um momento desconcertante nos relata seus defeitos, os crimes mais comuns citados são a preguiça, a timidez, a impulsividade, o orgulho. Os mais honestos as vezes corajosamente admitem seu egoísmo. Os que gostam de se vangloriar até ao listar seus defeitos, apelam, reclamando de serem “ingênuos”, “ bons para quem não merece”, ou de “perdoarem demais”. E os que agem como se não seu importassem com a opinião alheia a seu respeito, até mesmo se descrevem como arrogantes, frios, calculistas, cafajestes, promíscuos, mas invejosos não. Invejosos nunca.

E quando algum “caso raro” da vida exclama, após ouvir um amigo relatar uma vitória, algo como:
"Ai, que inveja!"
A pessoa, cercada por olhares acusadores, logo corrige
"Ah, inveja BOA, né? Que é isso! Não sou invejoso não!"

Também, pudera...

"Inveja – sentimento em que se misturam o ódio e o desgosto que é provocado pela felicidade, prosperidade de outrem. Desejo irrefreável de possuir ou gozar em caráter exclusivo o que é possuído ou gozado por outrem. "

O invejoso é um sujeito interessante. Ele vai caminhando bem, dentro do lícito em termos de sentimentos.. até que de repente... escorrega e caí de bunda no campo dos patifes! Porque, se você parar para pensar, não há mal nenhum em você querer obter também para si a mesma vitória que alguém que te cerca obteve. O problema é quando se deseja isso em CARATER EXCLUSIVO. O problema é quando não basta conseguir uma vitória. O ruim é quando alguém não consegue brincar em paz com o brinquedo que ganhou, até que ele, e somente ele, tenha um brinquedo tão legal!

Mas, mais interessante que o invejoso, é o que causa a inveja.
Nunca vi ninguém se morder porque o outro ficou doente e ele não. Se você namora com a pessoa mais insuportável do mundo, ninguém te inveja. Se você está vivendo um momento em que permanece recluso, calado, incerto, inseguro ... ninguém cria um profile fake do Orkut pra te invejar.


O objeto de inveja é sempre o que é próspero, o que é sólido, o que brilha e ilumina estrelas que, desprovidas de brilho próprio, refletem com violência a luz que recebem, na tentativa inútil de ofuscá-la. E sem querer, o invejoso, incapaz de controlar o objeto de seu desejo frustrado, o da mais força, o alimenta, o faz chegar a mais lugares, o projeta, o intensifica.

A inveja é na verdade, de certa forma, uma honra. Um elogio. Um alguém que te bate no ombro e diz: “Olha... o que você tem é tão legal, mas tão legal, que eu, de noite, não consigo dormir pensando o quanto odeio o fato de que você tem isso e eu não!”

As vezes o invejoso se excede e te diz: “Ah, farei de tudo, de tudo pra te destruir. Farei de tudo para que pessoas fracas caiam em minhas garras e desdenhem o que você tem, porque eu desdenharei... Ai, desdenharei! Ridicularizarei... Não medirei esforços pra te ferir em suas convicções, até que você se convença, porque EU te convenci, que teu sucesso não é tão grande, não vale a pena... e então EU tomarei o teu lugar.”


Acredite nas suas escolhas! Viva o que te agrada, o que te importa, o que te move. Não se deixe levar por opiniões alheias - elas nem sempre são o que parecem. Não vacile e não abra mão do que te é caro por que alguém te critica. Saiba que é impossível ser grandioso, sem provocar, mesmo sem querer, a fúria dos invejosos.

E se você é secretamente um invejoso, tente entender, no mundo há um lugar de destaque para você também. Busque o que é seu. Deixe passar o que não for...

=)




terça-feira, 13 de janeiro de 2009

FOTO DO MÊS - Janeiro



Nao podia faltar por aqui uma foto da Tâmara!
Marcas lindas dos 100 golpes de chicote longo, obra de Mistress Bela e Walkiria Schneider.
Quando ouvi falar, não acreditei... Mas tá aí a prova.

Amei ver as fotos. Escolhi essa para postar aqui, com a permissão da modelo, mas a que mais me chamou a atenção foi uma que mostra parte do rosto da Tâmara. Da pra ver na expressão essa mistura de dor e prazer que é a essência do masoquismo. Quem não viu e quiser ver, tem mais fotos desse momento no perfil do ORKUT da Mistress Bela.

Lindo, lindo, lindo...

E que vontade que dá...

=)

tavi