sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Tristeza



A minha tristeza é a maior do mundo! (E cada um que pense isso da sua!)
Aquilo que ME atinge... que Me derruba ...

Acho que sei ficar triste como ninguém. Eu namoro a tristeza. Eu a encho de poesia. Assisto a lagrima rolar como quem observa uma obra de arte. Eu me sento, triste e olho pro espelho... escorrego para o chão como se houvesse trilha sonora. Deixo os cabelos tocarem o tapete... e julgo a cena como um diretor exigente e perfeccionista.

Porque assim, talvez, se eu converter tristeza em arte, talvez eu a sublime...

Assim minha atenção diverge dos problemas, e eu penso no belo, apesar da dor.

Mas hoje... hoje não há nada artístico na minha tristeza.... hj ela se mostrou solitária e desprovida de poesia. Tristeza real. Tristeza que não aceita subornos. Tristeza honesta, que é o que é.

Será o principio do fim?

E se for?

Que será que vem depois do fim?

“Eu nem sei por que me sinto assim
Vem de repente um anjo triste perto de mim”

...



2 comentários:

Christian disse...

Quem sabe a tristeza honesta seja um começo. A tristeza que aceita subornos pode nos manter eternamente tristes, e nisso há poesia. Mas a tristeza honesta... Talvez esta cumpra seu verdadeiro papel, o de tirar-nos da inércia, talvez ela seja a bala da morte ou a semente de uma nova atitude e a escolha será sempre individual, e nunca da própria tristeza.
Eu de minha parte oro para que posamos transformar nossas tristezas honestas em força de vida, força para mudar a realidade a principalmente força para mudarmos a nós mesmos.

rayanah{CSoG} disse...

Se vc nao escreve sobre isso, eu juro que nem percebo tristeza em voce.

Ainda bem que ate a tristeza tem seu lado bom, use o que ela tem de melhor a seu favor, o principal eh reconhecer e aceitar que ela existe e isso voce ja fez...beijos e fique bem!!

rayanah{CSoG}

tavi