sexta-feira, 23 de novembro de 2012

O CAMISK

Recentemente, em um post na comunidade de Alkania, no Fetlife, várias garotas demonstraram interesse por uma peça de roupa descrita como uma das vestimentas nos livros de GOR.

As kajiras da saga nem sempre recebiam o direito de usar roupas. Era comum que permanecessem nuas, presas pelos tornozelos, sobretudo imediatamente após serem capturadas. Embora as mulheres livres odiassem o Camisk, por associa-lo à escravidão, uma vez que eram tornadas kajiras, o Camisk era visto quase como um premio. Alguns Slavers entregavam camisks às kajiras, para que pudessem usar a possibilidade de tira-los delas, como uma arma para o treinamento. O medo de perder a única peça de roupa, e de ser a única escrava nua, entre as outras garotas vestidas em seus camisks, fazia com que elas pensassem duas vezes sobre seu comportamento.


O Camisk é algo muito simples de se confeccionar. Nos livros é muito comum que as próprias kajiras, mesmo as que não tem qualquer experiência com isso, façam seu camisk. Ele é descrito como um retângulo de tecido com um corte simples para a cabeça, lembrando um poncho, embora seu corte seja reto. O Camisk, então, fica aberto lateralmente na maior parte de sua extensão, apenas sendo acinturado por uma corrente ou uma tira de couro ou de tecido, passada duas vezes pela cintura e amarrada. O comprimento do camisk típico, é na altura dos joelhos. Porém é comum que os Masters e os Slavers optem por fazer com que suas kajiras usem os camisks em um comprimento menor (como é o caso da citação que logo mais farei), seja para sua própria apreciação, ou para torná-las mais atraentes e aumentar seu valor de negociação. Existem camisks de vários tecidos e diversas cores. Alguns são mais simples e outros são feitos com sedas nobres e bastante caras. É bem comum que o tecido usado seja fino e parcialmente transparente. Mesmo os mais simples, são considerados bastante sensuais. É muito facil ter acesso ao corpo de uma kajira coberta por um camisk. A tradição Goreana de fazer com que as kajiras usem saias e nem sempre tenham permissão para usar roupas íntimas (sobretudo em eventos) é inspirada no mesmo princípio pelo qual os Goreanos dos livros amam o camisk. É esperado que uma kajira esteja disponível ao toque do Master.  E o fato de ela não estar totalmente nua, desperta a curiosidade e o desejo masculino.

Usar ou não o Camisk?

Depende exclusivamente do desejo de cada Master para sua kajira. Os Goreanos não pretendem adotar toda a cultura dos livros. O foco está nos princípios. Os detalhes, normalmente ficam a critério de cada Livre. Uma garota em uma saia e um corset, e mesmo em saltos altos, se eles lhe forem permitidos, pode estar perfeitamente bem vestida e provocante aos olhos de seu Master, e ainda assim, estar disponível a seu toque. E o que importa, não é ser agradável a ele em todos os sentidos?
Porem, eu pessoalmente acredito que toda kajira deveria ter a experiência de ter vestido um camisk, a não ser que seu Master realmente prefira que ela não o faça. O fato é que, quem já se vestiu assim, pode falar com mais propriedade sobre as sensações que uma vestimenta tão frágil e delicada pode causar. Cada mulher é única. Algumas se sentirão absolutamente confiantes em um camisk e vão vivenciar o prazer da liberdade que só se encontra na coleira. Outras vão vivenciar o impulso de tentar inutilmente fechá-lo mais do que é possivel, e de tentar adaptar seus movimentos para que ele não revele demais, entrando em contato com certos dilemas da submissão, e isso pode despertar a reflexão e ser um ótimo exercício de autoconhecimento. Outras não sentirão nada de especial no camisk, mas o fato de estarem vestidas como as kajiras são descritas, pode abrir um leque de possibilidades de diferentes tipos de provocações, fantasias e desejos. Seja como for, é sempre uma experiência rica e interessante.


O Camisk descrito nos livros

"He also purchased a large quantity of rough cloth. From this, as I later saw, camisks were made, a simple slave garment. When chained in a wagon, to the ankle bar, girls are commonly unclothed. When the tarnsmen struck, the girls had been freed from the wagons, to be driven into the thicket.  The camisks had been burned with most of Targo’s other goods. The camisk is a rectangle of cloth, with a hole cut for the head, rather like a poncho. The edges are commonly folded and stitched to prevent raveling. Under Targo’s direction the girls, happily, cut and stitched their own camisks. The camisk, I am told, normally falls to the knees, but Targo made us cut ours considerably shorter. I made mine poorly. I had never learned to sew. Targo was not satisfied with its length, and he made me shorten it still more. Mine was then no longer than Lana’s, or the other girls."
(Captive of Gor)

The common camisk is a single piece of cloth, about eighteen inches wide, thrown over the girls head and worn like a poncho. It usually falls a a bit above the knees in front and back and is belted with a cord or chain
(Nomads of Gor)


Outras vestimentas femininas

Alem dos camisks, várias outras vestimentas e acessorios são descritos nos livros. As mulheres livres na maioria das vezes usam os Robes of Concealment, que são roupas extremamente pesadas e fechadas, e véus escondendo o rosto.

Para vestir ou enfeitar as kajiras, além dos camisks são destinados vários tipos de sedas, correntes, cordões, e flores. As vestimentas femininas mais conhecidas em Gor são:

Camisks
Robes of Concealment
Siriks
Clad Kajir
Ta-teera
Common Slave Livery
Slave bells

Pretendo assim que possível, enriquecer esse post com a descrição desses e de outros itens. Mas espero já ter contribuído com um estímulo para a pesquisa.

Well wishes, Masters
girls, seve with fire!

tavi de ÁSGARÐ

2 comentários:

Sargento Carrasco disse...

Excelente texto! Me faz pensar nas situações que vivemos na experiência da liturgia Goreana.

Well wishes!

tavi disse...

greetings, Senhor

Grata pelo comentário, que é sempre um valioso incentivo.

=)

tavi wishes You well!

tavi